O centro de minha existência.
Agora transformada em um mundo estranho,
Pela partida do um ser tão amado.
Nenhuma alma espera minha chegada,
Nenhum sorriso me cumprimenta;
Nenhuma mão me seduz,
Todos sós e desolados, eu tento sobreviver.
A cidade que modelou meus sonhos,
Minhas esperanças e minhas aspirações;
Me promete agora, o presente...
De um fluxo, de lágrimas intermináveis...
Minha cidade mudou de um Paraíso verde...
...para um entulho poluído;
Pela eterna e crescente população.